11.29.2008

Toro enraivecido

Este post começou a ser idealizado quase à duas semanas a trás, mas como o tempo não está bonzinho, e outros valores se têm apresentado como prioritários, este pobre escrito tem sofrido a amargura das mudanças da data de estreia.

Agora, e depois de ver no Close-up uma referência a Del Toro, no que a uma entrevista diz respeito, onde este falava de The Hobbit (I e II) e avisava que o(s) filme(s) só começaria(m) a ser filmado(s) lá para 2010 e que teriam uma rodagem de cerca de 370 dias, mais de um ano a filmar todos os dias: é obra.


E todos sabemos dos projectos que este senhor tem vindo a acumular, quer como produtor, quer como realizador, aqui fica uma lista de todos os trabalhos que ele deverá dar atenção nos próximos tempos:
  • Splice (2009), filme de Vicenzo Natali, um senhor que fez uma das curtas de Paris, je t'aime, fez o making of do Tide Land do senhor Gilliam e trabalhou no Beetlejuice. Este filme é um filme de ficção cientifica em que dois cientistas criam uma mistura de Adn humano com animal criando uma criatura perigosa, que ...
  • Rabia (2009), uma mistura meio explosiva de romance e thriller, em que um homem das obras mata o seu patrão e esconde-se na casa deste com a ajuda de sua namorada, que é criada lá. Realizado por Sebastian Cordero um estreante.
  • Biútiful (2009), o novo de Inarritu (Babel, 21 Gramas e Amores Perros), que desta vez volta à carga sem a ajuda do seu ex-argumentista, Arriaga (Burning Plain), pouco se sabe, mas a história conta algo como o caso de um traficante que se encontra com um amigo de infância que é polícia.
  • Hater (2010), este será realizado pelo homem por de trás de um doa maiores fenómenos do ano, no que diz respeito ao cinema europeu, El Orfanato do senhor Bayona. O filme toma a forma de uma epidemia misturada com conspiração mundial, em que as pessoas começão a atacar-se uma às outras sem razão aparente.
  • Mother and Child (2010), filme de Rodrigo Garcia (Passangers com Anne Hathaway, sobre umas coisas esquisitas nuns aviões), o filme assemelha-se a The Hours, três mulheres, de idades e etnias diferentes e o drama da ralação mãe e filha e das tentativas de adopção de uma mulher solteira.
  • Título Desconhecido (2009), o novo projecto de Cuarón (Children of men), não se sabe nada, a não ser que se passa no México nos anos 70' e retrata uma família
  • Bag of Bones (2009), um filme de terror com a assinatura de Stephen King é já uma coisa a que se deve prender a atenção, por isso este deve ficar na nossa memória a curto prazo, realizado por Mivk Garris (participou em Master of Terror)
  • Pinochio (20--), realizado por Gris Grimly, sabe-se que será em Stop-motion e que tornará a história muito mais negra do que a versão original, ou a de Disney.
  • Heavy Metal, adaptação de um comic book, muito torture porn com vários realizadores entre eles Soderbergh.
  • Frankestien, um remake do original
  • Don't be afraid of the dark, adaptação ao cinema da série dos anos 80'
  • Outros projectos avulsos: Helboy III, 3993, Champions, Deadman, The witches, At the mountains of madness

11.26.2008

Publicitando

Publicidade é uma das minhas paixões, considerando, possivelmente de forma errada, um parente pobre do cinema, porque quer queiramos, quer não, tem argumento, realizador, actores, e tudo o que a isto vem atrelado; pode dizer-se: para alguns, que são autenticas curtas metragens; para outros que são divertidos e pouco mais. Mas o anúncio certo na altura certa tem um impacte no consumidor estrondoso (esta coisa de controlar os outros de modo indirecto sempre me fascinou).

Porque os grandes filmes da temporada estão a vir, lembrei-me de David Fincher, que este ano trás The Curious Case ..., e arranhei um anúncio realizador pelo senhor, mas também me lembrei de Baz Luhrman, que este ano trás Australia, e arranjei outro anúncio e quando estava quase a sair, lembrei-me de Ridley Scott com o seu Body of Lies e então arranjei outro e depois não me lembrei de mais nenhum realizador que estivesse este ano na corrida e tenha carreira nos 'comerciais', por isso fui-me embora. Tenho todo o prazer de voltar se me arranjarem mais alguma coisa que encaixe no modelo deste post.

David Fincher (este senhor tem uma quantidade alargada de anúncios, ele começou por aí, um deles até foi lançado à pouco tempo, se forem ao cinema notebook encontram)



Baz Luhrman (esta brincadeira de alguns minutos custou 18 mil libras -o anúncio mais caro de sempre- sendo que duas mil foram para o bolso da senhora Kidman- será que a relação neste trabalho influenciou a escolha da actriz para 'Diva' de Australia?)



Ridley Scott (divertida referência a 1984 (data do anúncio), o filme do Big Brother, em que a martelada da cara do grande irmão é simbolicamente a martelada da Apple no senhor Bill Gates)

11.25.2008

Mais do que Grandes Expectativas - VII



O novo filme de Woody Allen (e não é o Vicky Cristina Barcelona) mas sim Whatever Works, o regresso do mestre ao seu Habitat natural que se chama New York, mas desta vez volta ás comédias românticas com a ajuda de Larry David (da séria Curb Your Enthusiasm) acompanhado por Evan Rachel Wood.
Larry torna-se a figura de Allen, um homem psicótico, excêntrico e um tanto egocêntrico (o dito anti-herói), que se encontra com uma rapariga simples do sul, que com uma série de estranhos acontecimentos se envolvem numa altamente improvável relação romântica.

Descubra a diferença

11.24.2008

O post dos comments

De vez em quando, quando algum dos blogueiros nacionais fazem uma crítica a um filme, que: ou eu discordo, ou acredito que tenho alguma coisa a acrescentar, eu comento. Aqui estão os meus comments à crítica do senhor Luís do Grandes Planos sobre o W. e à crítica do senhor José Oliveira do o touro enraivecido sobre o Entre les murs .


eu não sei (mas creio que seja alguma ignorância da minha parte), mas a secura, a frieza, o realismo só pelo realismo, faz do filme, um objecto que não se quer assumir como documental (que não podia ser, pela parte que toca aos actores), mas, que cai num realismo de reportagem (mesmo sabendo que de televisivo não tem nada) que não me enche de maneira alguma.
Parece um bom documentário, mas mais nada do que isso, não toma partido, não se interessa verdadeiramente por assunto algum, mostra tudo em igual pé, nunca quer ser tese e acaba por não dizer nada, nem fazer sentir o que quer que seja.
Apesar de admirar o filme no que respeita ao realismo alcançado e também na parte da representação amadora (o trabalho com os alunos é surpreendente), o realismo é em demasia e o filme não tem qualquer fundamento, a não ser dar a noção de que alguma coisa vai mal na educação, mas isso já nós sabíamos.
Artisticamente interessante, mas inútil em conteúdo.
concordo que é uma lufada de ar fresco, mas mesmo assim...


sinceramente, já não é a primeira pessoa que não gosta de W, (melhor dizendo, só sei de uma que tenha gostado, para além de mim) o que será que tem o filme? o que eu acho divertido é que os argumentos utilizados da maioria das vezes para denegrir são os mesmos que uso para elevar, a subtileza e a escolha pelo retrato fiel, sem exageros nem propaganda, são, no meu ver, duas das melhores características do filme. Encara a besta de frente, sem criar artimanhas para iludir o espectador.
Dar um lado emocional e colocar W. como uma marioneta num jogo político que lhe é muito superior e claro a questão dos daddy issues é absolutamente fundamental num filme que deveras alcança um ponto de soberba perfeição na cena da bola que ele não sabe apanhar, ou o momento em que ele não consegue enumerar os seus erros.
Temo que seja a minha ignorância que me leva a sentir um apetite especial por este filme, porque sem dúvida alguma não quero acreditar que a ignorância seja dos outros.

11.23.2008

Há filmes e filmes ... e depois há milagres


Há filmes que são assim. Que me impedem de mexer, só a respiração continua e o bater do coração (oh o bater, que acelera e carrega em força, de forma tão pujante que dilacera o peito), desde o principio, desde o primeiro fotograma que nos enchemos de um fluído; parece que flutuamos num visco (qual peixe em aquário), só que parece que vamos sendo asfixiados na nossa alma.
E, depois em êxtase total, sentimos exalar por todos os poros aquilo que nos matava, purificamos-nos, sentimos a leveza (e a culpa de nos preocuparmos com os nossos insignificantes problemas), tudo isto promovido pelo choro compulsivo, pelo descontrolo, pela contracção dos músculos e então renascemos.

Se mais não fosse, este filme seria um veiculo para a limpeza do espírito, de todos os resíduos que se vão acumulando com o dia-a-dia.
Mas felizmente este filme é mais do que isso, fala tão vivamente de um tema (a perda de um filho) que temos receio de não nos centrarmos unicamente nele, de ver um filme sobre o desespero, sobre a necessidade de controlar o ambiente que nos rodeia, sobre a sociedade das imagens e do que fica registado, da dependência da felicidade, sobre o estereotipo da família, sobre a forma encaixotada de viver e sobre nós - seres humanos- na sua essência.

Um filme absoluto, um filme maravilhosamente construído, em que o som e uma personagem, em que a banda sonora de Sassetti é perfeita, em que Nuno Lopes mostra que é um génio dos pequeninos e Marco Martins dos grandes e em que a fotografia de Carlos Lopes nos obriga a ver tudo azul no que simbolicamente o azul representa nesta história.

10/10 - Soberbo

11.21.2008

7 x (Tim Burton + Johnny Deep) = Esquisitamente maravilhoso

Alice - Mad Hatter

Sweeney Todd - Sweeney todd

Sleepy Hollow - Ichabod Crane

Ed Wood - Ed Wood

Corpse Bride - Victor Van Dort

Edward Sdissorhands - Edward Sdissorhands

Charlie and the Chocolate Factory - Willy Wonka

P.S.: Sem ordem específica.

Posters do Ano - XV



P.S.: Se não repararam, o título e os nomes dos actores estão como se fossem vistos num espelho- de trás para a frente- e para quem não conhece o enredo de The curious case of Benjamin Button, este trata da história de um homem que envelhece ao contrário, nasce velho e vai se tornando cada vez mais novo ao longo dos anos (dái a inversão do título). Um filme com a assinatura de David Fincher, O Grande.

11.19.2008

5 de cada Vez - V

Esta 'rubrica' visa dar a conhecer todos os 35 filmes que se encontram na pergunta ao lado, esta é a quinta edição do 5 de cada vez, podem ler a primeira, segunda, terceira e quarta

Red Cliff

O novo filme de John Woo (Mission Impossible II, Face\off na américa) é o seu regresso a territótio chinês com o filme mais caro de sempre daquele continente.
O cineasta de Hong Kong, que alterou o panorama daquela zona no que diz respeito ao cinema de acção (um pouco como johnnie To), faz este épico chinês (financiado na Ásia) em chinês, de 4 horas, dividido em dias partes para o mercado chinês, mas para nós, ocidentais, limitar-nos-hemos com as 2h15m que estreará por cá para o ano e nos EUA está marcado para Janeiro.
O filme de época conta a batalha do Red Cliff no tempo da dinastia Han aquando dos 3 Reinos.
O filme conta com actores como Tony Leung (o actor fetiche de Kar way), Takeshi Kaneshiro (house of the flying daggers) e Chen Chang (Crouching Tiger, Hidden Dragon; e também actor fetiche de Kar way).
Pode ver-se a trailer da primeira parte, assim como o teaser e os primeiros 9 minutos do filme e também o trailer da segunda parte, aqui.


Ponyo on the cliff by the sea


Filme apresentado no último festival de Veneza e que conquistou a crítica, é a nova obra de Hayao Miyazaki (A viagem de Chihiro, Castelo andante, Princesa Mononoke) que conta uma versão japonesa e ambiental da pequena sereia. Mas de facto a componente ambiental dos filme é a componente mais importante num filme que se mostra como algo mais do que um simples filme para crianças, tendo a sua vertente didáctica muito desenvolvida.
Basta ver o trailer, para nos lembramos da maravilha que era Princesa Mononoke e do certo paganismo que Miyazaki desenvolve nas relações dos personagens com a natureza, dos deuses da floresta e da sua capacidade criativa e imagética, na formação de história absolutamente trespassantes, que nos levam de novo à infância.


Waltz with Bashir

Continuando na senda da animação, este é u dos concorrentes ao oscar da especialidade, o filme foi apresentado em Cannes e teve muito boa recepção da crítica, foi apresentado em Ante-estreia em Portugal na semana do cinema francês e estreará na última quinta-feira do ano.
O filme pode ser uma das mais inovadoras obras do ano, trata-se de um documentário animado (que não pode concorrer a melhor documentário da academia) e que conta a história de um realizador (o realizador) que é incapaz de se recordar da guerra do Líbano na qual participou nos anos 80 e que através de entrevistas vai tentando recordar, no entanto isto tudo se inicia com os pesadelos repetidos de um amigo seu que também havia participado na guerra e que sonha sempre que é perseguido por 26 cães. O filme balanceia a realidade e a pesadelo de forma arrepiante e o realizador começa a lembrar-se de tudo mas de uma forma tão surrealista que só mesmo a animação pode representar de forma fiel.
Vencedor de 6 prémios da academia israelita, incluindo melhor filme e realizador.


La Mujer sin cabeza

Outro dos grandes filmes apresentados em cannes foi este, da inteligentíssima realizadora Lucrecia Martel (aquela que fez o La nina santa e La Cienega- The Swamp- produzido pelo Almodovar), esta realizadora argentina é uma das novas realizadoras mundiais a que se pode veradadeiramente falar como autora, acustumada a ambientes tensos e asfixiantes (tem o seu quê de Lynch) e segundo Eurico de barros este último filme fez com que os seus espectadores saissem da sala como se tivessem acabado de nascer, olhando as coisas em redor e tentanto agarrar-se à realidade que o filme lhes tinha sugado.
em poucas palavras a história trata da paranoia de uma mulher que depois de atropelar algo começa a envolver-se (a si e ao marido) um circulo compusivo de locura na busca de uma explicação para o que é que tinha sido atropelado, descobrindo (suponho eu a partir do título) que decapitou alguém.


El cant dels ocells

Apresentado e Cannes e agora nos português Estoril film festival, este é novo filme de Albert Serra, aquele realizador espanhol (que com este tem um reportório de apenas três filmes que escreveu, realizou, produziu e montou) foi o senhor que fez aquele OVNI de à dois anos chamado Honor de Cavalleria que era uma versão de Dom Quixote muito natural e muito pouco convencional.
O seu trabalho, na altura era uma obra toda filmada em mini-dv com uma textura extraordinária e que alcançava a partir de unicamente dois actores e quase sem banda sonora certos momentos de relação pura Homem\Natureza.
Este novo filme, versa sobre a viagem dos Reis magos, e mais não sei. Em inglês chama-se Birdsong

P.S.:peço desculpas aos possíveis leitores pela ausência de actividade por estas bandas, e aviso que a hibernação se manterá - com um post ocasional- mas dentro em breve tudo voltará à regularidade diária

11.12.2008

A culpa é do boneco

Três brincadeiras, muito divertidas, a primeira em que temos Toy story vs The Drack Knghit, a segunda em que temos The incredibels vs Quantum of solace e a terceira em que temos os Gremlins contra uma data de coisas (Batman, Indiana Jones, Goonies, entre outros).
Vejam e divirtam-se






Daqui vem a minha raiva

Se alguém me perguntasse a que filme esta imagem pertencia, eu demoraria muito, muito tempo, para conseguir chegar a uma resposta (principalmente por nunca o ter visto), mas lá chegaria, por, não só conhecer o filme com algum pormenor, como conhecer a imagem em causa.
No entanto, quando visitava o site de trailers da apple, descubro que vai sai brevemente um remake do filme.


O filme chama-se The Lodger e é uma das primeiras metragens de Hitchcock (1927), ainda muda e em Inglaterra, certas cenas, como o mostrar o chão transparente para que se veja o personagem a andar de um lado para o outros sentindo a sua impanciência, ficaram para a história, pela sua mestria no âmbito do cinema silencioso, e quando o som veio vieram as obras incontornáveis que o mestre do suspense criou para toda a humanidade.
Não sei se por pretenciosismo ou falsa estupidez, mas acho que um Hitchcock film não devia poder ser refeito, porque é imposssivel fazer igual e inimaginável fazer melhor (embora aceite a obra de Van Sant do Pshico, porque convenhamos, o que se tem ali é uma saturação ao ponto da cristalização do que é um filme do mestre, é uma obra plástica - diferente do que é o cinema- que deveria ser apresentada num museu).
Daqui vem a minha raiva, quando percebo que The Lodger foi refeito (com algumas alterações é certo, entre elas as cores, os som, passar-se na América, a senhora que aluga o quarto é sozinha). O filme trata de um senhora que aluga o seu quarto a um homem (the Lodger- O inquilino) que curiosamente aparece na mesma altura que uma série de assassínios de mulheres (da vida) que estão a ocorrer, prepertados por um tal avenger que é a versão actual do jack o estripador, e da investigação associada ao caso. Não deixo o trailer, porque não quero ser responsável pela vossa fúria, mas deixo sim, um segmento do original.


P.S.: The lodger teve pelo menos dois remakes, um 32 e outro em 44, lá se vai por água a baixo o meu argumento implicito que os americanos são uma bestas (coitados, eles fazem coisas tão boas, mas para cada coisa decente fazem 4 coisas más).

11.11.2008

Top 10 - 007

O pior:
Die another day

Menções honrosas :
The man with the golden gun
Quantum of solace
Goldeneye
Diamonds Are Forever

#10 - A View to a Kill

# 9 - Dr. No


# 8 - Tomorrow never dies


# 7 - Thunderball


# 6 - Moonraker


# 5 - Goldfinger

# 4 - On Her majesty secret service

# 3 - Casino Royal

# 2 - The Living Daylights


# 1 - From Russia with Love

11.10.2008

TOP James Bond's

Aconselho antes de ver o top ir ao youtube e ver um pequeno vídeo com um pouco do trabalho, que cada um dos 6 James Bond's que a saga já teve, fez.

# 6 - Roger Moore
# 5 - Timothy Dalton

# 4 - Pierce Brosnan
# 3 - George Lazenby


# 2 - Daniel Craig

# 1 - Sean Connery

11.09.2008

Semelhanças (- XIV) - Bond IV (SPOILER, tenham cuidado)

Todos nos lembramos da bond girl assassinada no Golfinger, coberta em ouro.

Os que viram o Quantum of Solace lembram-se certamente da Bond Girl coberta em petróleo

Semelhanças (- XIII) - Bond III

O senhor Sean Connery no Goldfinger (maravilhoso) que ia ficando sem órgãos genitais

A senhora Halle Berry no Die Another Day (piroso e mauzito) que ia ficando sem pescoço

Semelhanças (-XII) - Bond II

Mais pelo (Sean Connery)

menos pelo (Daniel Craig)