6.06.2013
5.28.2013
5.27.2013
5.25.2013
5.16.2013
"Tanto Mar" foi composta por Chico Buarque de Hollanda para homenagear o 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, em Portugal.
Enquanto o Brasil completava uma década (das duas que viveu) sob o regime da ditadura, em Portugal, o Estado Novo ditatorial instituído por Salazar (à época comandado por Marcelo Caetano) era derrubado.
Nesta gravação de 1978, Chico explica porque "Tanto Mar" foi censurada no Brasil e o que lhe levou a compor duas versões para a canção.
A versão original foi editada em Portugal, e exalta a vitória dos portugueses. Na segunda (vídeo), Chico considerou a mudança de contexto e estrutura política e fez uma nova leitura dos acontecimentos na terra de Roberto Leal. (O google taí pra quem quiser saber mais sobre o assunto :c)
Versão 02, liberada pela censura:
TANTO MAR
Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
Ainda guardo renitente um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente nalgum canto de jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Canta primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente algum cheirinho de alecrim
Primeira Versão, censurada:
TANTO MAR
Sei que estás em festa, pá
Fico contente
E enquanto estou ausente
Guarda um cravo para mim
Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente alguma flor
No teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Lá faz primavera pá
Cá estou doente
Manda urgentemente algum cheirinho
De alecrim
5.07.2013
That search engines will become arbiters of truth. --W. Daniel Hillis, physicist
That we’ll begin to treat technology like magic. –Neil Gershenfeld, MIT physicist
http://motherboard.vice.com/blog/what-150-of-the-worlds-smartest-scientists-are-worried-about#ixzz2Sc0o21kS
That we’ll begin to treat technology like magic. –Neil Gershenfeld, MIT physicist
http://motherboard.vice.com/blog/what-150-of-the-worlds-smartest-scientists-are-worried-about#ixzz2Sc0o21kS
5.04.2013
5.03.2013
Mesa-redonda
Escrita de Cinema e Cinefilia
11 de maio, 16h30
Anfiteatro II da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
com
Cristina Fernandes, Ricardo Vieira Lisboa e Luis Miguel Oliveira
5.02.2013
— Que pensez-vous de la comédie ?
— Tels que sont les gens aujourd'hui, il est devenu très difficile de les amener à
rire. Ils ne réagissent plus du tout au comique de situation, et cela, parce que les scéna
ristes truffent le film de dialogues, de jeux de mots, et oublient ce genre de comique qui
plairait, bien sûr, à tous les publics. Auparavant, le comique était fondé sur les situations.
Et le public suivait l'histoire, la précédait même en se disant : * Bon dieu, quand ce type
va entrer dans la pièce, qu'est-ce qu'il va prendre comme raclée ! » Aujourd'hui, seul sub
siste le comique de dialogue. Cn appelle le cinéma * motion picture ». Ce n'est pas pour
rien. Il faut que ça bouge. Et c'est pour ça que j'ai été désagréablement surpris quand un
type comme George Stevens a tourné The Diary of Anne Frank : tout se passait à l'inîé-
rieur, vous vous rendez compte î A l'intérieur, toujours !
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